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O modelo atual chegou ao seu limite – e ficar parado não é uma opção

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Se você está frustrado com o Multinível, a culpa não é sua.

Quantas vezes você construiu grandes negócios e viu tudo desabar por decisões irresponsáveis da sua própria empresa?

Quantos líderes promissores você perdeu para falsas promessas e oportunidades duvidosas ao longo dos últimos anos?

Quantas madrugadas passou em claro tendo que resolver problemas que não foram criados por você?

E pior: quantas pessoas nem querem mais ouvir você falar em Multinível, de tão decepcionadas que estão com nosso mercado?

Absurdo seria se, ainda assim, você conseguisse manter resultados grandiosos e consistentes no longo prazo.

A verdade é que chegamos ao nosso limite.

E num momento de tantas mudanças, é chegada a hora do MMN brasileiro também se reinventar e fazer cumprir sua grande promessa de ser uma via segura para as pessas realizarem seus objetivos de vida.

É preciso criar meios de acabar com a rejeição, permitindo que todos realmente sejam capazes de ter resultados, sem se humilhar para os amigos e encher a paciência de toda a vizinhança.

É necessário entender que a segurança está em ser um modelo atrativo ao consumidor final, em vez de buscar somente atrair líderes com propostas indecentes e promessas impossíveis de serem cumpridas.

É obrigatório priorizar o mundo digital, com ferramentas que automatizam o recrutamento e a retenção, deixando o líder livre para promover seu negócio.

E, aliado a uma nova linguagem, conseguir atrair até mesmo as pessoas que têm preconceito com o nosso mercado, pois nem parecerá Multinível.

Por incrível que pareça, este não é um sonho distante da nossa realidade.

É um oceano mais azul que as águas de Cancún.

E, acredite, traz consigo a tão sonhada liberdade que te prometeram naquele evento cheio de gente animada, onde você se apaixonou pelo MMN.

Chega de planos de compensação irreais feitos apenas para “roubar” lideranças de outras empresas, cujas regras mudam ao bel prazer do dono.

Chega de pagar fortunas em propagandas e patrocínios para famosos que não agregam em nada à empresa, e ainda se apossam de um dinheiro que deveria ser destinado à rede.

Chega de ter que obrigar sua equipe a sair por aí com scripts manjados, tentando convencer pessoas que deveriam morrer abraçadas à CLT.

Chega de contar apenas com a sorte (ou aquela “mãozinha” do sistema) para poder avançar aos níveis mais altos do plano de carreira.

Chega de mergulhar num mar de frustração e falsas expectativas.

O Multinível do futuro vem aí.

Chegou para ficar.

E os líderes e empresas que não mudarem sua postura, estão fadados ao mesmo destino da Kodak, Blockbuster, Polaroid e outros negócios que não entenderam o chamado dos novos tempos.